Notas de campo sobre dados financeiros no Brasil.
Perspectivas práticas sobre crédito, recebíveis, due diligence e como extrair números verificados e rastreáveis dos documentos do Brasil.
Seguir no LinkedInEmpresas zumbis: o que a cobertura de juros revela antes da inadimplência
Estudo com 375 companhias da B3 conclui que o problema das empresas zumbis no Brasil é estrutural. Os sinais que aparecem antes dos 90 dias de atraso.
Ler →Quando o preço é administrado: a sessão de circuit breaker lida pelo analista de crédito
Queda de 15% na abertura, 30 minutos de parada, juros longos 182 pontos acima e leilões prefixados cancelados: o que muda, e o que não, no dossiê de crédito.
Ler →Quando a inflação passa do teto: como a meta contínua define o descumprimento
O IPCA de 12 meses chegou a 4,58% em setembro, acima do teto de 4,5%. Na meta contínua, um mês fora da banda não basta — são seis seguidos. Entenda a contagem e por que ela importa para quem analisa crédito.
Ler →Inadimplência recorde em pleno ciclo de corte: o que os 6% de agosto dizem sobre carteiras de consumo
A inadimplência do consumidor bateu 6% em agosto, a taxa média subiu para 32,3% ao ano e o rotativo do cartão chegou a 444,9%. Uma leitura para quem carrega recebíveis de pessoa física.
Ler →Quando o direito ainda está em disputa: o que a regra do CMN sobre crédito judicial muda nos FIDCs
O CMN vedou a compra, por FIDCs, de créditos judiciais e arbitrais sem liquidez, fonte de recursos definida e exequibilidade, e elevou a exigência de avaliação para quem já carrega esses ativos.
Ler →Quando a contraprestação é um título: a OPA por permuta da Braskem como decisão de crédito
O fundo Shine I, gerido pela IG4 Capital, oferece aos acionistas da Braskem títulos da NSP Investimentos como contraprestação. Aderir troca uma posição acionária por risco de crédito, e a análise precisa acompanhar essa mudança.
Ler →Mercado aberto, mas não para todos: como ler o muro de R$ 1,48 trilhão em vencimentos corporativos
Empresas brasileiras têm R$ 1,48 trilhão em principal e juros de títulos de dívida corporativa a pagar entre setembro de 2026 e 2030. O volume de emissões ainda cobre os vencimentos; a pergunta é quem consegue, de fato, refinanciar.
Ler →Selic a 13,75%: quando o ciclo de cortes deixa de vir com roteiro
O Copom levou a Selic a 13,75%, mas a nova projeção de inflação já não pressupõe outro corte. O que a dependência de dados muda para quem modela funding em reais e risco de crédito.
Ler →O Ibovespa Mudou o Perímetro, Não o Filtro: O Que a Elegibilidade de BDRs Exige do Analista
A B3 abre o Ibovespa a BDRs de empresas brasileiras. O filtro de liquidez segue o mesmo; muda quem pode se apresentar a ele — e o que a mesa precisa medir.
Ler →Quando a Liquidez É Fabricada: A Decisão de R$ 201 Milhões da CVM Lida como Problema de Due Diligence
A CVM multou sete pessoas físicas e nove empresas em R$ 201 milhões por conduta em um fundo imobiliário. O mecanismo — bens integralizados acima do valor e giro entre partes relacionadas — deixa rastro verificável.
Ler →Quando o Passivo Está no Estatuto: A Decisão da CVM sobre a OPA da Oncoclínicas Vista pelo Analista de Crédito
A CVM decidiu que a Oncoclínicas deve cumprir a cláusula de OPA do próprio estatuto. Por que os documentos societários entram na due diligence de crédito.
Ler →Flexibilização da CVM no IFRS S1/S2: O que o analista brasileiro precisa acompanhar
A Resolução CVM 244 substitui a obrigatoriedade do IFRS S1/S2 pelo modelo 'pratique ou explique'. Como investidores institucionais, analistas de crédito e CFOs devem navegar essa nova flexibilidade.
Ler →Juro Real das NTN-B acima de 8%: o que a migração do Tesouro para LFT sinaliza para o investidor institucional
Apesar da leve queda, as NTN-B seguem com juro real elevado. O Tesouro Nacional reduziu a emissão desses títulos e ampliou a oferta de LFT. Impactos na precificação de crédito, hedge de inflação e estrutura da dívida.
Ler →De documentos dispersos a dados verificados: como a IA muda a análise financeira no Brasil
A oportunidade do Brasil é real, mas os números de que você precisa estão enterrados em documentos — locais, fragmentados e lentos de extrair. Como um fluxo nativo de IA transforma esses documentos em dados verificados e rastreáveis até a fonte — sem tirar a decisão das mãos humanas.
Ler →Due diligence em carteira de recebíveis: um checklist de 7 pontos
Um checklist de campo para avaliar uma carteira de recebíveis — da qualidade do originador à reconciliação de dados — e como um fluxo nativo de IA encurta cada etapa.
Ler →O que é um FIDC? Um guia prático para investidores de crédito
Os FIDCs são uma das formas mais comuns de tomar exposição a crédito no Brasil — e uma das mais fáceis de interpretar errado. Um olhar direto sobre a estrutura, os riscos e onde a diligência realmente importa.
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